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Kixicrédito quer evoluir para sociedade de micro-finanças

Apesar de registar um nível de incumprimento fora
do recomendável, a Kixicrédito quer garantir a continuidade institucional no actual ambiente económico que o país atravessa.

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José Zangui
Fotografia
:
Carlos Aguiar
José Zangui

A Kixicrédito foi a primeira sociedade de microcrédito a ser criada em Angola, há 14 anos. Actualmente, aguarda a aprovação pelo BancoNacional de Angola (BNA) para a sua transição para sociedade de micro-finanças, ou banco, conforme decisão do regulador.

A instituição pretende disponibilizar mais produtos, além do microcrédito, que de acordo com a lei não pode ultrapassar o valor de um milhão de Kwanzas.

Para o seu director-executivo, Joaquim Catinda, a Kixicrédito, com a experiência que tem em microcrédito, pode tornar-se num mini-banco. Neste momento, a instituição está presente em 17 províncias deAngola, excluindo apenas o Cunene,

A Kixicrédito conta com 25 mil clientes regulares, sendo10 mil de Luanda, e uma média de mil em cada uma das outras províncias. De acordo com Joaquim Catinda, a crise económica e financeira aumentou a responsabilidade da empresa e o grande desafio passa, actualmente, por garantir a continuidade institucional e manter o número de clientes.

Recorrem à Kixicrédito clientes que procuram financiamentos para fazer crescer o seu negócio e que não obtêm resposta positiva na banca convencional. Do total da carteira de clientes, cerca de 60%são mulheres e Joaquim Catinda acredita que a instituição tem contribuído para a inclusão financeira do ponto de vista do género.

Leia mais na edição de Outubro de 2019

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