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"Learning English with Miss da Silva" vai na sua terceira edição

A terceira edição do programa de instrução da língua inglesa, uma iniciativa da professora Mel da Silva, será lançado na segunda-feira, 5 de Abril do ano em curso, virtualmente.

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Certificado pelo Instituto Nacional do Emprego e de Formação Profissional (INEFOP), a terceira fase do curso de ingles que foi lançado pela primeira vez em Outubro de 2020 é, de acordo com uma nota a que a Economia & Mercado teve acesso esta semana, uma oportuidade para aprender a falar e a escrever correctamente na língua inglesa sem, entretanto, sair de casa.

Segundo o documento, o curso é resultado de uma parceria entre a professor Mel da Silva (certificada para ensinar a língua inglesa pela International Open Academy) e o Centro de Formação Profissional Cara Alegre (certificado pelo INEFOP).

Em entrevista à Economia & Mercado, a mentora do projecto, Mel da Silva disse que o modelo de ensino adoptado obedece critérios de flexibilidade que se ajustam as necessidades específicas de cada aluno.

Explicou, entretanto, que desde o início do projecto que a articulação do horário tem sido um desafio para a instituição, que tem sido ultrapassado graças as ferramentas disponíveis na plataforma Zoom. “Preferimos horários que vão do meio da tarde até ao final do dia, de modos a melhor se adequar a disponibilidade dos alunos menores que estudam no período da manhã”, salientou Mel da Silva.

Segundo a professora que lançou a iniciativa em plena pandemia da Covid-19, a medida tem contribuído no aumento do número de alunos matriculados para formação de inglês na instituição. “O número tem vindo a aumentar gradualmente. Com o início da terceira fase, por exemplo, a 5 de Abril, o salto será ainda mais expressivo”, garantiu a fonte, realçando que neste momento têm aproximadamente 60 formandos matriculados a partir das províncias do Cuanza Sul, Cuanza Norte, Lunda Sul, Benguela e Luanda.

Mel da Silva aponta, porém, o débil serviço de Internet fornecido por alguns provedores nacionais como o principal impedimento para o normal exercício das aulas no que à qualidade das comunicações diz respeito.

A entrevistada da Economia & Mercado disse que existem alunos, sobretudo os residentes no interior das províncias, que não conseguem conectar-se às aulas virtualmente por causa do baixo e precário sinal da Internet. “Mesmo os alunos que estão em Luanda também não conseguem entrar nas aulas, por conta da pouca qualidade de serviço prestado pelas operadoras”, desabafou a professora.

Para contrapor a situação, sublinhou a professora, a instituição optou em fazer gravações das aulas através das ferramentas disponíveis na plataforma Zoom que, em seguida, é distribuída aos alunos com dificuldades.

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