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Lei de jogos. Director Nacional do Turismo pede maior celeridade do processo

O director Nacional do Trismo afirmou, recentemente, que vai pedir aos órgãos superiores do Estado que se acelere o processo da lei de jogos em Angola.

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De acordo com Jorge Manuel Calado, a lei dos jogos é uma das recomendações que vai constar no relatório da delegação angolana, que participou no "Colóquio sobre Turismo, Convenções e Exposições para os Países de Língua Portuguesa", organizado pelo Fórum de Macau.

Segundo o responsável é necessário que se acelere o processo da lei de jogos em Angola, porque todos os dias a delegação angolana “ia visitar casinos e vimos a loucura do quanto se gasta dinheiro e do quanto se ganha dinheiro", afirmou à Lusa, o directorNacional do Turismo, à margem do encerramento do evento.

"Vou transmitir aos meus colegas do Ministério das Finanças, das Lotarias de Angola e da Casa de Jogo que é preciso criar, estudar, sensibilizar e fazer com que os jogos sejam, de facto para Angola, um desenvolvimento económico", defendeu o dirigente.

O dirigente disse que, apesar deo país já ter "alguns casinos que funcionam a meio gás ", a aposta doturismo de jogo "dará aos pais benefícios lucrativos altos", tendo emconta o volume de aderência que se verifica por parte de turistas estrageiros.

Macau, considerada a capital mundial do jogo e único local da China onde os casinos são legais, teve receitas de 302.846 milhões de patacas (32.796 milhões de euros) através do jogo e recebeu 8 milhões de turistas.

A visita ao território por parte da delegação angolana foi por isso importante para articular planos de formação de quadros na área de turismo, sendo que, por isso, Jorge Manuel Calado fez um balanço positivo da estadia da comitiva que ficou durante duas semanas no território asiático. "Vou levar para Angola a experiência que Macau transmitiu principalmente da inovação do turismo e no turismo de jogos".

Outro dos destaques das duas semanas da estadia dos representantes lusófonos foi a sessão de apresentação dos produtos turísticos dos países de língua portuguesa, que decorreu na sétima Expo Internacional de Turismo de Macau.

Este ano, o evento contou com 835 expositores, com todos os países lusófonos presentes, e com o dobro da área de exposição de 2018, atingindo os 22.000 metros quadrados.

Em 26 de Abril, cada um dos oito países lusófonos teve a oportunidade de realizar uma apresentação sobre as mais-valias turísticas que os países têm para oferecer.

Três dos pontos destacados pelos representantes lusófonos foi o reforço do intercâmbio entre as universidades, a concretização de planos ao nível da formação e as oportunidades para os países de língua portuguesa com a criação do mega mercado da Grande Baía, uma metrópole mundial que junta nove cidades chinesas, Macau e Hong Kong, com cerca de 70 milhões de habitantes.

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