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Lunda Norte com poucos efectivos para combater a emigração ilegal

O número de efectivos das forças de defesa e segurança destacados nas fronteiras "é insuficiente", afirmou, esta semana, o governador da província da Lunda Norte, Ernesto Muangala.

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Redacção_E&M
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O dirigente falava durante o encontro que manteve com as autoridades tradicionais do município de Cambulo, no âmbito de uma acção de mobilização e sensibilização levadas a cabo pelo governante no interior das comunidades para o combate cerrado a imigração ilegal.

Na sequência, Ernesto Muangala pediu maior envolvimento das autoridades tradicionais no combate a imigração ilegal ao longo das fronteiras com a República Democrática do Congo (RDC), uma vez que os efectivos das forças de defesa e segurança são insuficientes para evitar a entrada em Angola de cidadãos congoleses, principalmente numa altura em que se pretende evitar a transmissão da Covid-19.

“Partilhamos uma fronteira extensa com a RDC e a Polícia, por si só, não pode combater a imigração ilegal, sobretudo nesta fase em que muitos cidadãos deste país querem se aproveitar para entrar em Angola em busca não só de refúgio, mas explorar ilegalmente o diamante. Por isso, pedimos às autoridades tradicionais que ajudem as nossas forças na fiscalização das fronteiras", sublinhou o governador citado pela Angop.

Ainda no que respeita a sensibilização das comunidades, o político exortou a juventude da aldeia de Mussolobela, numa zona mineira, que se envolvam nas acções de sensibilização porta-a-porta, visando o cumprimento das medidas de prevenção.

Nesta senda, o responsável pediu as famílias a cuidarem dos idosos, evitando que saiam de casa, por fazerem parte do grupo de pessoas vulneráveis à doença.

Já na localidade de Mussolobela, sem quantificar, a Comissão Multissectorial de Resposta à Covid-19 procedeu a entrega de produtos da cesta básica às famílias vulneráveis e consultas de rastreio para medir a hipertensão arterial dos cidadãos.  

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