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O grande influenciador do digital: efeito Covid na digitalização da sociedade e do sector financeiro

Nos últimos meses, sofremos inúmeros impactos derivados da pandemia. Desde limitações de mobilidade até perda de rendimento, passando pela necessidade de distanciamento social.

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José Nunes
José Nunes

Todos já ouvimos crianças a dizer “quando for grande, quero ser...”, e onde antes aparecia Astronauta ou Bombeiro começou a aparecer Instagrammer, YouTuber e afins. Estejam agora preparados para quando o vosso filho vos disser que quer ser Vírus, lhe explicar que enquanto os primeiros são “influenciadores digitais” e potenciais profissões, o último, mesmo sendo um dos maiores “influenciadores do digital”, não será uma profissão aceitável.  

Estes impactos contribuíram para acelerar a digitalização da sociedade e do sector financeiro. Seria, porém, injusto dizer que a Covid impôs a criação de um programa de digitalização às instituições financeiras, pois a maioria já tinha um programa a decorrer. O que observámos foi um aumento da prioridade atribuída a esses programas, bem como da sua relevância estratégica.

Olhando o lado do cliente (empresa ou particular), aí sim, a pandemia “impôs” a adopção do digital. O online banking (e outros canais não presenciais) tornou-se o meio possível para lidar com a situação, tendo revelado nesta adopção forçada lacunas difíceis de ultrapassar num curto prazo, mas que são agora vistas como temas urgentes.

“Leia o artigo completo na edição de Novembro da Economia & Mercado ou assine em https://appeconomiaemercado.com/office/cliente/angola/login.php”.

The great influencer of Digital: The Covid effect on the digitalization of society and the financial sector

We have all heard children say, “when I grow up, I want to be ...”, and where Astronaut or Firefighter appeared before, it started to appear Instagrammer, YouTuber, and related words. Now be prepared for when your child tells you he wants to be a Virus, to explain that while the former are “digital influencers” and potential professions, the latter, even though it is one of the biggest “digital influencers”, will not be an acceptable profession.

In the past few months, we have suffered countless impacts from the pandemic. From mobility limitations to loss of income, through the need for social distance, the imposition of remote work and insecurity regarding the future, among others.

These impacts contributed to accelerate the digitization of society and the financial sector. However, it would be unfair to say that Covid imposed the creation of a digitization program on financial institutions, since most of them already had a program in place. What we saw was an increase in the priority given to these programs, as well as their strategic relevance.

Looking at the client side (company or individual), then the pandemic “imposed” the adoption of digital. Online banking (and other non-face-to-face channels) became the possible means to deal with the situation, revealing in this forced adoption gaps that are difficult to overcome in the short term, but which are now seen as urgent issues.

Read the full article in the November issue of Economia & Mercado Magazine or subscribe at https://appeconomiaemercado.com/office/cliente/angola/login.php

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