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Os principais desafios para electrificar o país

Michel Pedro
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Foto:
Carlos Aguiar e D.R

O consumo de energia eléctrica em Angola é maioritariamente urbano e residencial. Estima-se que o consumo doméstico represente cerca de 45%, os serviços com 32% e a indústria com aproximadamente 9%.

O Governo angolano deverá criar uma empresa de transporte de energia independente das empresas de produção e de distribuição, o que introduzirá maior competição no mercado eléctrico, criando assim as bases que facilitarão, no futuro, a entrada de possíveis investidores, sobretudo na actividade de produção, recomenda o relatório “Energia em Angola 2017”, do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola (UCAN).

Segundo a análise dos investigadores, essa medida contribuirá, igualmente, “para a mobilização do financiamento tão necessário para assegurar a expansão da produção” e “ainda para a eliminação das dificuldades ora prevalecentes no sector, de forma a melhorar os seus níveis de desempenho operacional”.

O relatório do CEIC considera que a indústria de energia eléctrica “é um engenho de capital intensivo, por se tratar de um sector que nos últimos anos foi o destino de altos investimentos. Porém, os resultados alcançados estão muito longe das metas estabelecidas”, ou seja, “os gastos não correspondem aos ganhos”.

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