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Pequenos negócios impulsionam economia criativa

Angela Canganjo
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Foto:
Carlos Aguiar

Além do comércio, a música, as artes plásticas, o design e a moda são alguns dos sectores em que mais se criam pequenos negócios em Angola, muitos deles apoiados nas novas tecnologias.

Segundo dados do Ministério das Telecomunicações eTecnologias de Informação, Angola já dispõe de, pelo menos, 200 startups do sector tecnológico, enquanto que, mensalmente, surgem 20 a 30 novos negócios criativos – segundo as contas do Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e MédiasEmpresas (INAPEM) –, com rendimentos mensais que vão até um milhão de kwanzas. Porém, os custos operacionais das empresas continuam a ser apontados como um dos principais entraves ao seu crescimento.

Para o economista Augusto Tomás, uma das maiores dificuldades que as pequenas empresas enfrentam é a falta de espaços para se instalarem,pois os custos de arrendamento de um escritório em Angola são elevados. O também empreendedor apontou, igualmente, a falta de uma legislação que proteja os pequenos investidores e crie incentivos impostos de forma indiscriminada.

Reconhecendo o cenário económico actual como pouco atractivo para as pequenas empresas, em Junho passado, e no âmbito do Fórum Angotic, o Presidente da República, João Lourenço, garantiu que as pequenas e médias empresas vão receber estímulos para se imporem no mercado nacional, de modo a que se dinamize o sector das Tecnologias de Informação e Comunicação(TIC).

Leia mais na edição de Outubro de 2018.

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