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Plantar hoje para colher amanhã

Em 2011, a Afroplant começou a investir no agronegócio. Hoje a empresa tem um volume de negócio de 5 mil milhões de kwanzas e continuar a investir.

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Michel Pedro
Fotografia
:
Carlos Aguiar
Michel Pedro

A actuar no sector do paisagismo (arborização), um negócio muito atrelado à construção e urbanismo, a Afroplant foi desafiada, ao longo dos últimos três anos, a gerir a crise que o país vive. De cerca de 500 trabalhadores, que atendiam essencialmente as necessidades de construtoras, a empresa passou a empregar mais 100 profissionais, a quem desafia a maximizar os recursos, plantando hoje para colher amanhã.

Aliás, além do paisagismo, a Afroplant actua no sector agrícola, produzindo plantas ornamentais, frutíferas e produção demudas. De acordo com o seu fundador e director, Clemes Alves Fernandes, o projecto começou com um investimento inicial de 250 mil dólares, o que representou pouca margem financeira para o arranque do negócio. Porém, com dedicação, comentou o empresário, foi possível fazer alguma coisa.

Hoje, com um volume de negócio de cerca de 5 mil milhões de kwanzas, a empresa dispõe de uma fazenda que ocupa 3,5 hectares, com uma capacidade de produção de mais de 2 milhões de plantas por ano, o que permite ter uma receita que ronda os 500 milhões de kwanzas anuais.

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