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Siemens constrói Metro de Superfície de Luanda

A Siemens Mobility é a empresa seleccionada pelo Governo angolana para construir o Metro de Superfície de Luanda, que terá início ainda este ano, no âmbito da parceria público-privado.

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Redacção_E&M
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A parceria surge nos termos da assinatura de um memorando de entendimento que certifica o referido acordo entre a empresa alemã e o Governo de Angola. Pela parte alemã assinou o acordo o director executivo da empresa alemã, Michael Peter, e pela parte do Governo angolano o rubricou o memorando o ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu.

O Metro de Superfície de Luanda, de acordo com o portal de notícias, tem um custo avaliado em três mil milhões de dólares e, segundo Ricardo de Abreu, signatário pela parte angolana, o país terá na parceria uma participação minoritária, que ronda 30%, cabendo a outra parte (70%) aos agentes privados interessados em participar.

O ministro dos Transportes disse que uma vez assinado o acordo, começa o trabalho nas diferentes etapas do projecto, quer do ponto de vista nacional quer internacional, pois a pretensão é que o projecto tenha início o mais rápido possível, este ano, para facilitar a vida dos cidadãos.

No que diz respeito às linhas de crédito, o responsável sublinhou, na sequência da sua intervenção, que estão bem definidas, a nível macro, e que a primeira fase já está bastante desenvolvida.

Neste sentido, a linha do metropolitano de superfície, que consta das prioridades do Governo, vai ter uma extensão de 149 quilómetros, cobrindo os principais eixos da cidade de Luanda.

Assim sendo, além do acordo rubricado entre as partes sobre o Metro de Superfície de Luanda, o Governo celebrou mais quatro memorandos com entidades alemãs, testemunhados pelo Presidente João Lourenço e pela Chanceler Angela Merkel.

Ou seja, um para a instalação de um centro de formação da empresa Voith em Angola, assinado pelo Presidente do Conselho de Administração, Toralf Haag, e pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, e outro para a cooperação na área de energia hidroeléctrica, assinado por Carlos Alberto Alves, da empresa Omatapalo – Engenharia e Construção, e Peter Magauer, da Andritz.

De igual modo, foram rubricados acordos para a “recuperação da estrada nacional EN 140 e 295” entre a Gauff GmgH (Alemanha) e o Instituto Nacional de Estradas, Planeamento e Estatísticas (Angola), assim como para a criação de um “Cash Center” entre o Banco Nacional de Angola (BNA) e a Gieseck Devrient GmbH.

O Fórum Económico Angola/Alemanha juntou 10 empresas alemães, empresários angolanos e gestores públicos.

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