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“Só baixando os custos operacionais conseguiremos competir”

Redacção_E&M
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Foto:
Andrade Lino

Segundo Eduardo Soria, CEO da TAAG, há um ano, quando assumiu o comando da empresa, a companhia parecia moribunda. Entretanto, garantiu, hoje "o elefante está a andar e está vivo".

A TAAG, companhia aérea nacional, encerrou o primeiro semestre deste ano com um EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de menos 3 milhões de dólares, revelou o CEO da empresa, Eduardo Soria, em entrevista à Economia & Mercado, disponível na íntegra na App E&M.

Segundo o gestor de 62 anos, e no comando da companhia desde Outubro de 2021, trata-se de “um resultado não visto nos últimos 11 anos nas contas da TAAG”. Satisfeito, anunciou que, provavelmente, antes de 2024, antes mesmo da mudança para o novo aeroporto Agostinho Neto, a TAAG possa atingir os seus primeiros resultados positivos, “ainda que pequenos”.

Assim, os resultados do último trimestre são, segundo Eduardo Soria, uma demonstração de que “o elefante está a andar e está vivo”. sendo que “em Outubro do ano passado parecia moribundo”, enfatizou.

"Todos olham para o bolso"

Entretanto, a competividade da empresa passa, necessariamente, pela redução de custos. “Só baixando os custos operacionais conseguiremos competir, baixando também os custos dos bilhetes. Todos olham para o bolso. Temos de cortar naquilo que é menos importante. Temos de negociar todos os nossos custos com todos os parceiros da companhia”.

De resto, Eduardo Soria afirmou que o objectivo é fazer com que o Estado não ponha mais dinheiro na TAAG. “Havendo alguma estabilidade (e neste campo os preços dos combustíveis são claramente determinantes), pensamos que o vamos conseguir”.

Leia o artigo completo na edição de Setembro da E&M, disponível na App E&M.