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Startups africanas precisam de mais atenção

Um estudo de 2016, mostrou que, durante o ano de 2015, os maiores investimentos em startups tecnológicas se verificaram na África do Sul, na Nigéria e no Quénia.

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Angela Canganjo
Fotografia
:
Carlos Aguiar
Angela Canganjo

Publicado pela Disrupt Africa e intitulado “AfricanTech Startups Funding Report 2016”, a pesquisa revelou que osrespectivosinvestimentos dizem respeito ao número de novos negócios, como em volume dosinvestimentos.

No entanto, houve uma maior diversificação dosinvestimentos realizados, o que permitiu que startups originárias de mercadosmenos maduros conseguissem obter financiamentos. De acordo com a Disrupt Africahouve um crescimento de 17% no número de startups financiadas em 2016.

Mas, em comparação com o ano de 2015, o volume totaldo investimento em África baixou em cerca de 30,5%, não ultrapassando os 129milhões USD em 2016. Já em 2015, esse investimento tinha atingido os 185milhões USD. Mesmo nos três principais mercados já referidos, África do Sul,Nigéria e Quénia, as quebras foram significativas.

Leia mais na edição de Outubro de 2018.

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