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Uma Executive mais flexível para melhores resultados

A Executive, agência de comunicação que opera no mercado nacional há 29 anos, procura manter uma estrutura sólida e competente para atender em tempo e qualidade as solicitações dos seus clientes.

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Fotografia
:
Carlos Aguiar

Tal como a maior parte das empresas, a Executive Angola também se ressente dos embates dos sucessivos anos de crise económico-financeira, e agora sanitária, devido à Covid-19. E, por isso, “mais do que nunca”, continua a fazer mudanças internas em busca do melhor resultado para o contexto vigente. Segundo a directora-geral da empresa, Isabel Fernandes, o negócio directo – aquele que é feito entre marcas e os intervenientes de mercado entre meios de comunicação, produtoras e gráficas – é um dos handicaps que retardam a tendência velocista da empresa.

O fenómeno da contratação directa, no seu entender, retira a competitividade às agências, colocando-as com os seus parceiros, a competir “quando deveriam ter uma relação de parceria agregadora de valor, proporcionando ao cliente a melhor qualidade, conforto e acompanhamento do projecto”.
Isabel Fernandes reconhece que as políticas fiscais em vigor são “pesadas face ao contexto actual”, entretanto, considera serem necessárias para a sustentabilidade económica do país. Para si, elas constituem outro factor desafiante do mercado nacional.

“Não achamos que seja o fim”, disse a gestora, afirmando, por outro lado, “que o grande desafio que se avizinha no panorama da comunicação e negócios digitais tem a ver com a capacidade de se criar estratégias de comunicação simples e flexíveis, tendo como base o profundo conhecimento dos hábitos e necessidades dos consumidores”.

Leia o artigo completo na edição de Julho, já disponível no aplicativo E&M para Android e em login (appeconomiaemercado.com).

A more flexible Executive Angola to generate better results

Executive Angola, a communication agency that has been operating in the national market for over 29 years, seeks to maintain a solid and competent structure to respond to its clients’ requests with the required quality and in a timely fashion.

Similar to most companies, Executive Angola is also feeling the adverse effects from the successive years of economic and financial crisis, and now from the health care challenges, due to Covid-19. Therefore, “more than ever” it continues to make internal changes in search for the best result within the current context. According to the company’s General Director, Isabel Fernandes, direct business – which occurs between brands and market participants, and among the media, producers, and printers – is one of the handicaps that slow down the company’s speed trend.

In her viewpoint, the phenomenon of direct contracting removes the competitiveness of the agencies, forcing them to compete with their partners “when they should have a mutually beneficial and added value relationship with partners, providing the clients with the best quality, convenience, and monitoring of a project.”
Isabel Fernandes recognizes that the existing fiscal policies are just a “burden” for the current context. However, she considers them necessary for the country’s economic sustainability. According to her, “they are yet another challenging factor in the national market.”

“We don’t think that’s not the end of the road”, said the General Director. She stated that “the great challenge on the horizon, in the digital communication and business sector, has to do with the ability to create simple and flexible communication strategies, based on in-depth knowledge of consumer habits and needs.

Read the full article in the July issue, now available on the E&M app for Android and at login (appeconomiaemercado.com).

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