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Zuckerberg confirma demissão em massa na Meta

Cláudio Gomes
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Foto:
DR

A demissão em massa começa hoje, quarta-feira, 9 de Novembro, e foi anunciado recentemente pelo fundador e CEO da empresa, de acordo com o jornal Wall Street Journal.

De acordo com Mark Zuckerberg, que não avançou a quantidade exacta de trabalhadores abrangidos pela medida, os trabalhadores da empresa começam a ser demitidos oficialmente hoje e serão afectados, sobretudo, as equipas de recrutamento e de negócios da Meta.

Contudo, o Wall Street Journal avançou que os funcionários visados já foram notificados sobre a demissão e aguardam o contato oficial, que caso venha se efectivar, o despedimento anunciado será o maior já registado, não apenas nos últimos 18 anos de história da empresa, mas também na história das empresas de tecnologia.

Segundo o Estadão, Zuckerberg apontou a contratação “ostensivamente durante a pandemia”, fruto do excesso de optimismo no crescimento da empresa.

Porém, de acordo com o portal, a empresa “não atingiu as expectativas de crescimento”, além do actual contexto do mercado, marcado pela acirrada concorrência com o TikTok, que influenciou, em grande medida na perca de popularidade das redes sociais da Meta.

Outro motivo avançado pelo Estadão é o facto da Apple ter criado uma solução que impede que os usuários dos seus telemóveis sejam rastreados, o que terá afectado, diretamente, nas receitas publicitária da Meta, até agora a principal fonte de receita.

O despedimento massivo da Meta será a segunda no sector de tecnologia só no mês de Novembro, tendo começado no dia 4 de Novembro com o Twitter, recentemente comprado por Elon Musk, fundador da Space X, em 27 de Outubro de 2022.