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Banco Mundial. Missão avalia impacto dos créditos concedidos

Peritos do Banco Mundial (BM) iniciam, esta semana, em Launda, reuniões com órgãos do Estado angolano, onde vão avaliar o grau de implementação dos programas financiados pelo órgão.

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Os dez administradores do BM manterão encontros de trabalho com o ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, bem como os ministros das Finanças e da Economia e Planeamento, Árcher Mangueira e Pedro Luís da Fonseca, conforme uma nota do Ministério das Finanças a que teve acesso o Jornal de Angola (JA).

Segundo o JA, a composição da delegação é a mais numerosa de altos funcionários em missão ao país depois da filiação à instituição financeira internacional, em 1989.

As deslocações deixam subjacente uma avaliação no terreno da implementação dos projectos financiados pelo BM em Angola, voltados para a formulação de políticas e a edificação de infra-estruturas para o desenvolvimento, bem como para o reforço da capacidade institucional e a formação de capital humano.

O jornal informa, ainda, que os contactos incluem reuniões com o Conselho de Administração da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) sobre o Programa de Desenvolvimento Institucional do Sector da Água (PDISA) e o Bita-Luanda, bem como a outros dois projectos desse domínio, incluindo os seus beneficiários, em Talatona e na Via Expresso.

O programa da missão do BM aponta também para reuniões com representantes dos sectores da Agricultura, Saúde, Instituto Nacional de Estatística (INE) e o Banco Nacional de Angola (BNA).

De acordo com os números disponíveis indicam que, desde 1998, o BM empregou 1 069 milhões de dólares no financiamento de projectos de desenvolvimento em Angola, estando na forja o afectação de fundos para empréstimos que elevam o valor do envolvimento da instituição em Angola para 2,2 mil milhões de dólares, este ano, que presumivelmente, esteja na origem da visita.

Ainda segundo o diário nacional, tudo indica que o Conselho de Administração do BM vota, em Junho, num designado “Angola Day”, os projectos que duplicam os financiamentos do BM a Angola.

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