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Turbulência na LAM obriga
 procurar saída de emergência

Atrasos e cancelamentos de vôos, dívidas e custos astronómicos das passagens e um aparente descontrolo
da gestão operacional levaram o Governo de Moçambique a afastar a administração da empresa.

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Fotografia
:
DR

Privatizar ou reestruturar e manter a companhia como um dos símbolos do orgulho nacional? Esta questão já foi muitas vezes levantada em Moçambique, e também em inúmeros países onde as companhias aéreas de bandeira enfrentam dificuldades de ordem financeira, à semelhança do que sucede com a Linhas Áreas de Moçambique (LAM).

A particularidade, porém, é que enquanto outros países avançam e experimentam resultados (bons ou nem tanto assim), em Moçambique passaram-se décadas e não houve nem uma reestruturação profunda, nem um movimento em busca da alienação do capital a um operador privado.

Interessa agora encontrar os diferentes caminhos que resolvam os problemas concretos da LAM, muito a propósito da mais recente repetição da crise de combustíveis que resultou no secular problema dos atrasos,cancelamentos de vôos e demissão de mais um conselho de administração (o sexto desde 2011), em Julho passado.

Leia mais na edição de Outubro de 2018.

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