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Classe média em África representa gastos diários de 400 milhões USD


A Universidade de Cape Town, África do Sul, juntou-se à firma de pesquisa IPSOS e ao Banco Africano de Desenvolvimento (BDA) para produzir a sua própria pesquisa sobre este escalão social.

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Pedro Fernandes
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DR
Pedro Fernandes

A inicitiva teve como objectivo dissipar parte da confusão e dar às empresas uma melhor compreensão sobre a classe média em África.

O projecto entrevistou 7.500 pessoas que vivem em dez cidades africanas– Abidjan (Costa do Marfim), Acra (Gana), Lagos (Nigéria), Kano (Nigéria), Douala (Camarões), Luanda (Angola), Lusaka (Zâmbia), Dar es Salaam (Tanzânia), Nairobi (Quénia) e Addis Abeba (Etiópia) – e concluiu que existem mais de 100 milhões de pessoas de classe média na África Subsaariana (excluindo a África do Sul), representando um poder de gasto total de 400 milhões USD por dia.

Segundo o estudo, publicado em Janeiro deste ano, mais de 60% das pessoas podem ser definidas como pertencentes à classe média, embora isso varie significativamente de cidade para cidade.

A equipa da Universidade de Cape Town define como elementos da classe média aqueles que dispõem de rendimento acima de quatro dólares por dia, emprego fixo, dirigem um negócio ou estudam e chegam ao ensino secundário. De acordo com o levantamento da universidade, cerca de 60% dos entrevistados preenchem estes critérios, embora os números também variem entre cidades.

Leia mais na edição de Dezembro de 2018

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