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Governo recorre ao saque de activos para financiar economia

Este cenário deverá ser impulsionado pela contínua fraca procura global por petróleo, agravada pela incerteza sobre as condições futuras do mercado do crude, devido à Covid-19.

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Fotografia
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ISTOCKPHOTO

Angola terá de recorrer ao saque de activos ‒ incluindo os 1,5 mil milhões de dólares já retirados do Fundo Soberano ‒ e ao financiamento ao abrigo do programa do Fundo Monetário Internacional (FMI), para fazer face às necessidades de financiamento a curto-prazo, indica o mais recente relatório do Banco Mundial (BM) sobre a economia nacional, intitulado “Confrontar as Consequências Socioeconómicas da Covid-19 em Angola”, ao qual a Economia & Mercado teve acesso.

Este cenário, segundo o documento que também faz as perspectivas do que poderá ser a economia nacional em 2021, deverá ser impulsionado pela contínua fraca procura global por petróleo, agravada pela incerteza sobre as condições futuras do mercado do crude, devido à Covid-19, um quadro que já representa séria ameaça às perspectivas económicas de Angola, que continua a ter essa commodity como a sua principal fonte de receitas.

Leia o artigo completo na edição de Janeiro, já disponível no aplicativo E&M para Android e em login (appeconomiaemercado.com).

Government cashes out assets to finance the economy

This scenario is likely to be driven by continued weak global demand for oil, compounded by uncertainty about future crude market conditions due to Covid-19, highlights the latest World Bank report.

Angola will have to resort to cashing out assets - including the US$1.5 billion already drawn from the Sovereign Fund - and funding under the International Monetary Fund (IMF) program to meet short-term financing needs, indicates the latest World Bank (WB) report on the national economy, entitled “Confronting the Socioeconomic Consequences of Covid-19 in Angola”, to which Economia & Mercado had access.

This scenario, according to the report that also provides an outlook for the national economy in 2021, should be driven by the continued weak global demand for oil, aggravated by uncertainty about future crude market conditions due to Covid-19, a situation that already poses a serious threat to the economic outlook of Angola, which continues to have this commodity as its main source of revenue.

Read the full article in the January issue, now available on the E&M app for Android and at login (appeconomiaemercado.com).

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